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Trump suspende tarifas e sanções ligadas à Rússia antes de nova regra entrar em vigor

Decreto da Casa Branca cita interesse nacional dos Estados Unidos; Zelensky criticou a decisão e afirmou que ela reduz a pressão sobre Moscou.
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Redação Bastidor Brasil
Publicado em 18 de outubro de 2026 às 11:00 · 2 min de leitura

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, suspendeu sanções e tarifas relacionadas à Rússia antes da entrada em vigor de medidas previstas por uma lei assinada no mês passado. A decisão inclui tarifas sobre produtos e penalidades vinculadas à compra de petróleo e gás russos. Um decreto divulgado pela Casa Branca na sexta-feira justificou a suspensão como uma medida de interesse nacional americano.

A lei buscava ampliar a pressão sobre Moscou por causa da invasão da Ucrânia, iniciada em 2022. A suspensão foi anunciada pouco antes de as medidas começarem a produzir efeito, o que reabre o debate sobre a estratégia de Washington para influenciar o conflito. A mudança também pode alterar a exposição de empresas que importam energia e produtos ligados ao mercado russo, embora os efeitos dependam dos detalhes de implementação.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, criticou a decisão em uma publicação nas redes sociais. Ele afirmou que o alívio da pressão econômica pode encorajar o presidente russo, Vladimir Putin, a continuar a guerra. Zelensky também disse que a Rússia havia atacado instalações de geração e transmissão de energia ucranianas na sexta-feira.

A decisão ocorre em um contexto de divergências públicas entre Trump e Zelensky sobre como encerrar a guerra. A sanção econômica é uma das ferramentas usadas pelos Estados Unidos e seus aliados para restringir receitas, comércio e acesso a determinados mercados. Suspender medidas não encerra o conflito nem representa, por si só, um acordo entre os países.

O decreto e as declarações dos governos são os pontos centrais da notícia. Os desdobramentos podem incluir reações de aliados, mudanças nas regras para importadores e novos sinais diplomáticos de Moscou e Kiev. A crítica ucraniana é uma reação política à decisão; ela não comprova automaticamente seus efeitos. A aplicação concreta dependerá do texto do decreto e de como os órgãos americanos interpretarão as exceções e prazos previstos.

Fontes consultadas
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