Pitty lança álbum de 13 faixas com retorno a elementos do punk rock
Pitty lançou seu sexto álbum solo de estúdio em 16 de outubro, com 13 músicas inspiradas em vivências pessoais. O disco, intitulado Pitty, chegou em formato digital e também em LP e CD pela gravadora Deck. A produção musical foi conduzida pela própria artista em parceria com Rafael Ramos.
Uma crítica do G1 descreve o trabalho como um retorno a elementos do punk rock, com acenos ao pop contemporâneo e ao metal. A avaliação considera que parte das faixas recupera uma sonoridade mais direta, enquanto outras exploram texturas e ritmos distintos. Trata-se da interpretação do crítico sobre o álbum, e não de uma classificação oficial ou de um consenso entre ouvintes.
O single Sobremesa havia antecipado a nova fase e recebeu uma avaliação ambivalente do jornalista, que comparou a faixa com a expansão sonora de Matriz, disco lançado em 2019. A crítica sugere que o novo álbum reativa influências anteriores da trajetória de Pitty e destaca canções como Não à deriva. O repertório, porém, inclui diferentes caminhos musicais ao longo das 13 faixas.
Pitty é cantora, compositora e instrumentista baiana, conhecida por combinar rock, punk e referências brasileiras em sua carreira. O lançamento chega sete anos depois de Matriz, intervalo que permitiu reunir novas experiências e composições. A artista também disponibilizou edições físicas para colecionadores e fãs que preferem ouvir em CD ou vinil.
Uma resenha crítica pode ajudar o público a conhecer temas e escolhas de produção, mas cada ouvinte pode reagir de forma diferente. Quem deseja formar a própria opinião pode ouvir o álbum completo nas plataformas digitais ou procurar cópias físicas. O disco marca nova etapa na discografia da artista e coloca em diálogo referências punk, pop e metal, segundo a análise publicada pelo G1.