Nova adaptação de Street Fighter aposta no humor e celebra o jogo clássico
A nova adaptação cinematográfica de Street Fighter estreou nos cinemas brasileiros em 15 de outubro e busca abraçar o tom exagerado dos jogos da Capcom. A trama se passa em 1993 e gira em torno de um campeonato organizado por M. Bison, que pretende absorver os poderes de Ryu. Chun-Li, agente disfarçada da Interpol, entra na história movida também pelo desejo de vingança pelo assassinato do pai.
A direção ficou a cargo de Kitao Sakurai, conhecido por trabalhos em televisão e cinema. O longa é a terceira tentativa de levar a franquia aos cinemas, depois das adaptações dos anos 1990 e do fim dos anos 2000. Uma crítica do Canaltech avalia que o novo filme encontra sua força ao assumir a galhofa que já faz parte do universo dos games, em vez de tentar transformar a história em um drama realista.
A produção homenageia Street Fighter II, jogo que marcou uma geração de fliperamas e ajudou a consolidar o gênero de luta. Personagens conhecidos, temas musicais e referências visuais aparecem como parte da experiência. O elenco inclui atores que interpretam lutadores e figuras do torneio, enquanto a narrativa conduz os personagens até o confronto central.
A resenha considera que esta adaptação representa melhor a franquia no cinema, mas reconhece que o estilo pode surpreender quem espera um filme sério ou fiel em todos os detalhes. Críticas são opiniões editoriais, e espectadores podem avaliar de forma diferente o humor e o ritmo. A proposta parece voltada a quem conhece a série e quer ver seus elementos levados ao absurdo.
A estreia já está em cartaz, mas sessões e classificação indicativa variam por cidade. Antes de ir ao cinema, vale consultar a programação local. O filme transforma uma competição de luta em uma aventura de ação e comédia, usando nostalgia e exagero como parte de sua identidade.