Cultura

Amyr Klink diz que quis deixar a filha construir sua própria trajetória no mar

Navegador relembra travessia do Atlântico e comenta diferenças entre sua época e a de Tamara, em entrevista sobre filme que estreia dia 29.
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Redação Bastidor Brasil
Publicado em 18 de outubro de 2026 às 16:00 · 1 min de leitura

O navegador Amyr Klink afirmou que evitou financiar ou orientar diretamente a trajetória marítima da filha Tamara para que ela construísse uma história própria. Em entrevista à BBC News Brasil, ele disse que ofereceu “zero centavos” e pouca informação, defendendo que a jovem aproveitasse recursos tecnológicos disponíveis atualmente e encontrasse seu próprio caminho.

Amyr ganhou projeção ao atravessar o Atlântico a remo, da Namíbia até Salvador, em uma viagem que entrou para o Guinness World Records. A experiência será retratada no filme 100 Dias, dirigido por Carlos Saldanha e previsto para estrear nos cinemas em 29 de outubro. O ator Filipe Bragança interpreta o navegador na produção.

Na conversa, Klink comparou as condições de navegação de sua época com as atuais. Equipamentos de comunicação, previsão meteorológica e sistemas de navegação evoluíram, embora as viagens continuem sujeitas a riscos ambientais e a mudanças climáticas. A entrevista também aborda como a tecnologia pode apoiar navegadores sem eliminar a necessidade de planejamento, treinamento e prudência.

Tamara Klink, de 29 anos, também construiu sua própria carreira no mar e participou de expedições solo. A escolha do pai de não assumir o controle da trajetória dela é apresentada como uma decisão pessoal e familiar. O relato não deve ser interpretado como recomendação geral sobre como pais devem apoiar os filhos: cada percurso profissional e cada relação são diferentes.

A história conecta aventura marítima, legado e autonomia entre gerações. O lançamento de 100 Dias deve renovar o interesse pela travessia de Amyr e pela trajetória de Tamara. A estreia está prevista para 29 de outubro, mas sessões e disponibilidade variam conforme a cidade. A entrevista da BBC contextualiza tanto o feito do navegador quanto sua reflexão sobre tecnologia e independência.

Fontes consultadas
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