Política

Ministério da Saúde acompanha efeitos da fumaça de queimadas no Amazonas

Doze municípios foram identificados como necessitados de apoio; crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças preexistentes estão entre os grupos prioritários.
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Redação Bastidor Brasil
Publicado em 18 de outubro de 2026 às 12:00 · 1 min de leitura

O Ministério da Saúde informou que acompanha as necessidades de atendimento em municípios do Amazonas afetados por estiagem, queimadas e fumaça. O governo estadual decretou situação de emergência em 36 municípios no dia 10 de outubro. Na avaliação inicial relatada pela pasta, 12 deles precisavam de algum tipo de apoio aos serviços de saúde.

A articulação federal inclui visitas técnicas e apoio à gestão local, além de acompanhamento de insumos essenciais. Um dos pontos monitorados é o consumo e a disponibilidade de oxigênio, inclusive nos Distritos Sanitários Especiais Indígenas. A organização cotidiana da rede, dos estoques e da compra de medicamentos cabe aos gestores estaduais e municipais, mas o governo federal pode apoiar em uma situação de calamidade que coloque vidas em risco.

A fumaça pode piorar problemas respiratórios e cardiovasculares. Por isso, crianças, pessoas idosas, gestantes e pessoas com doenças preexistentes foram destacadas como grupos que exigem atenção. A orientação geral é acompanhar avisos das autoridades de saúde e buscar atendimento se surgirem sintomas importantes, sobretudo dificuldade para respirar. A matéria não substitui avaliação clínica e não recomenda automedicação.

O combate aos incêndios também segue em andamento. O Ibama enviou 290 brigadistas federais ao estado, e aeronaves do governo apoiam as operações. A atuação de prevenção e resposta ocorre enquanto equipes de saúde verificam onde a pressão sobre unidades locais e a logística de insumos pode exigir reforço.

Os números representam o quadro informado pelas autoridades na data da publicação e podem mudar conforme a evolução do fogo e das condições de saúde. A combinação de seca prolongada e incêndios exige coordenação entre municípios, estado e União. Além do atendimento a pacientes, o monitoramento busca evitar que unidades fiquem sem suprimentos quando a fumaça aumenta a procura por assistência.

Fontes consultadas
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