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Santos recebe dois aceleradores lineares para tratamento de câncer

Equipamentos podem realizar até 1.440 procedimentos ao ano e atendem pacientes da Baixada Santista e do Vale do Ribeira.
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Redação Bastidor Brasil
Publicado em 20 de outubro de 2026 às 07:36 · 1 min de leitura
Santos recebe dois aceleradores lineares para tratamento de câncer
Foto: Bot1070/Wikimedia Commons (CC0)

Santos passou a contar com dois aceleradores lineares para atender pacientes que precisam de radioterapia. Segundo o Ministério da Saúde, os equipamentos têm capacidade conjunta para realizar até 1.440 procedimentos por ano. O hospital atende 24 municípios da Baixada Santista e do Vale do Ribeira, regiões onde o acesso a tratamento especializado depende da disponibilidade de serviços de alta complexidade.

Para que serve a radioterapia

A radioterapia utiliza radiação ionizante para destruir células tumorais ou reduzir tumores, com planejamento que busca proteger tecidos próximos. O tratamento pode ser indicado isoladamente ou combinado com cirurgia e medicamentos, conforme o tipo de câncer e a avaliação clínica. A escolha do método, dose e duração cabe à equipe de oncologia. A presença do equipamento não significa que todo paciente receberá o mesmo plano terapêutico.

Capacidade e acesso regional

A estimativa de 1.440 procedimentos é uma capacidade anual informada para os dois aparelhos, e não um número garantido de pessoas atendidas. Uma pessoa pode precisar de várias sessões, e a operação depende de equipes especializadas, manutenção, agenda e encaminhamento pela rede de saúde. O objetivo é ampliar a oferta e reduzir a necessidade de deslocamentos para outros centros, mas o acesso deve ser confirmado com os serviços de regulação do SUS.

Equipamentos de radioterapia são parte de uma rede que inclui diagnóstico, anatomia patológica, cirurgia, quimioterapia e acompanhamento. Para que o investimento produza resultado, é necessário coordenar as etapas e informar pacientes sobre filas e critérios de prioridade. A expansão pode beneficiar moradores de vários municípios, desde que a capacidade técnica seja acompanhada por profissionais e fluxo assistencial adequado. Fontes: Ministério da Saúde e Agência Brasil.

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