Street Fighter: filme tem visual fiel aos jogos, mas lutas fracas

A nova adaptação live-action de Street Fighter estreia no Brasil nesta quinta-feira (15), com direção de Kitao Sakurai, conhecido pelo filme Bad Trip. O g1 assistiu ao longa antes da estreia e publicou uma crítica que resume a experiência: o filme tem atmosfera cômica, mas as cenas de luta são fracas e a história perde o foco.
Segundo o crítico Cesar Soto, o filme aposta em caracterizações visuais fiéis aos jogos e abraça o tom humorístico. O problema está nas sequências de combate, que não empolgam, e na falta de foco da história.
Fidelidade ao jogo
Os fãs da franquia vão reconhecer personagens, figurinos e cenários que lembram os jogos. Essa é a principal qualidade do filme, segundo a crítica.
O tom cômico
A opção pela comédia divide opiniões. Para parte do público, ela torna o filme mais leve e acessível para quem não conhece a franquia. Para outros, a graça não compensa a falta de tensão nas disputas, que deveriam ser o centro da trama.
Combates sem alma
Segundo a crítica, o maior problema é justamente a ausência de combates marcantes. Uma adaptação de jogo de luta depende das cenas de ação para funcionar, e quando elas falham, o resto do filme tem dificuldade para se sustentar.
Vale a pena?
Para quem é fã dos jogos, o filme vale como curiosidade, sobretudo pelas referências visuais. Quem busca um filme de ação mais sólido pode preferir aguardar outras opções em cartaz.
Para quem vai ao cinema, a sessão pode ser uma boa diversão para fãs da franquia. Quem espera grandes combates, porém, deve ajustar a expectativa, já que a crítica do g1 aponta justamente as lutas como o ponto mais fraco.
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