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Polícia apreende armas e pede câmeras após morte de agente do Bope

Subtenente morreu em troca de tiros entre policiais no Rio; corporação atribui confusão à baixa luminosidade e investiga o caso.
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Redação Bastidor Brasil
Publicado em 13 de outubro de 2026 às 08:41 · 2 min de leitura
Polícia apreende armas e pede câmeras após morte de agente do Bope
Foto: Marek Ślusarczyk (Tupungato) Photo portfolio / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

A Polícia Civil do Rio de Janeiro apreendeu armas e requisitou imagens de câmeras corporais para investigar a morte do subtenente Glaucio Marcelo Fonseca da Silva, de 54 anos, do Bope. O agente morreu após uma troca de tiros com policiais do batalhão de Jacarepaguá na madrugada de domingo (11).

Segundo a corporação, os integrantes do Bope abordavam ocupantes de um carro no Beco do Saci, na Gardênia Azul, quando foram confundidos com criminosos. A versão apresentada pela polícia relaciona a dificuldade de identificação à pouca iluminação do local.

Perícia e depoimentos

Os policiais envolvidos prestaram depoimento à Delegacia de Homicídios da Capital. As armas utilizadas foram recolhidas para exame, e as gravações das câmeras corporais foram solicitadas, informou a Polícia Civil em nota repercutida pela Agência Brasil.

Essas medidas fazem parte da apuração da sequência de disparos e das circunstâncias em que os agentes se encontraram. A explicação inicial sobre a iluminação não substitui o resultado da perícia nem permite atribuir responsabilidade individual antes da conclusão da investigação.

O subtenente foi levado ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, mas já chegou morto. Outros militares também foram atingidos no confronto, incluindo integrantes do Bope e da unidade de Jacarepaguá.

Histórico do policial

Em sua manifestação, o Bope destacou os 26 anos de serviço de Glaucio e prestou solidariedade à família. O subtenente deixa três filhos, segundo as informações divulgadas na reportagem.

A fonte informou que parte dos feridos recebeu alta após atendimento e que outros permaneciam internados, fora de perigo, no momento da atualização. Essa situação corresponde ao período do comunicado e pode mudar com a evolução do quadro clínico.

O caso permanece sob investigação. Até que sejam conhecidos os resultados dos exames e a análise das gravações, a descrição do confronto deve manter a atribuição à versão das corporações e evitar apresentar hipóteses como conclusões.

A imagem usada nesta matéria é ilustrativa e mostra policiamento no Rio; não é um registro do confronto na Gardênia Azul.

Fontes consultadas
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