Museu fechado para obras leva seus “dinossauros” ao Morro da Urca

Com a sede fechada para reformas, o Museu de Ciências da Terra levou parte do acervo para o Morro da Urca, no Rio de Janeiro.
O acervo
Vinculado ao Serviço Geológico do Brasil, o museu tem um dos acervos mais ricos da América Latina: fósseis, rochas, minerais, meteoritos e documentos ligados à memória geológica.
O prédio histórico fica no mesmo bairro do cartão-postal. Enquanto passa pela obra, a instituição aposta no programa de itinerância.
“A parceria com o Parque Bondinho permite que parte desse conhecimento continue chegando ao público enquanto a sede passa por uma transformação, levando o museu para onde as pessoas estão e aproximando a ciência de novas gerações”
No Dia das Crianças
Em 12 de outubro, o programa SGBeduca estará no Morro da Urca. A programação inclui:
- ver de perto réplicas de fósseis
- uma busca por réplicas escondidas em um sítio de escavação montado para a atividade
- pintar a réplica encontrada e levar para casa
Por que a itinerância importa
Museu fechado costuma sumir do mapa até reabrir. Levar o acervo para um ponto turístico movimentado inverte a conta: em vez de esperar o público voltar, vai atrás de quem nem sabia que o museu existe.
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