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KC-390 inicia lançamentos de água contra incêndios no Amazonas

Operação usa duas aeronaves militares, uma para apoio e outra equipada para lançar até 12 mil litros por voo.
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Redação Bastidor Brasil
Publicado em 13 de outubro de 2026 às 11:16 · 2 min de leitura
KC-390 inicia lançamentos de água contra incêndios no Amazonas
Foto: Frame Fab/Divulgação/Agência Brasil

Aeronaves militares começaram a atuar no combate aos focos de incêndio no Amazonas na segunda-feira (12). Segundo a Agência Brasil, a operação emprega dois KC-390 Millennium, com uma aeronave destinada ao apoio logístico e outra equipada para lançar água sobre o fogo.

O sistema de combate instalado no avião tem capacidade de liberar 12 mil litros de água pressurizada em um único voo. A quantidade informa a capacidade do equipamento, sem representar o volume total já aplicado em todos os focos.

Reconhecimento antes do lançamento

A primeira decolagem foi usada para localizar os incêndios e ajustar os procedimentos. Em um segundo voo, o avião foi abastecido e realizou o lançamento, de acordo com a descrição da operação.

O tenente-coronel Daniel Souza, comandante do Esquadrão Zeus, explicou que o movimento do fogo conforme as condições meteorológicas é um desafio para o trabalho. Os sistemas da aeronave ajudam a inserir os dados de localização e executar o lançamento.

Segundo a Força Aérea Brasileira, a programação prevê três lançamentos de combate por dia até o controle da situação. A previsão de atividade não deve ser lida como um balanço de missões já concluídas.

Equipes no ar e no solo

Cada lançamento depende de uma equipe embarcada e de outra responsável pelo abastecimento em solo. O comandante afirmou que os profissionais estão preparados para operações contínuas e que a permanência dependerá da demanda.

O Amazonas enfrenta incêndios que levaram 36 municípios a declarar emergência, conforme a reportagem. A fumaça também provocou níveis graves de poluição, acrescentando um problema de saúde pública ao combate direto às chamas.

O uso do avião é uma parte da resposta operacional. A ação precisa combinar reconhecimento, abastecimento e escolha das áreas para que a água seja lançada nos pontos definidos pelas equipes.

A informação disponível confirma o início dessa etapa de combate. Ela não permite afirmar que os incêndios de todo o estado já estejam apagados: o próprio planejamento da FAB prevê continuidade até que a situação seja controlada e mantém a duração da missão vinculada à necessidade no local.

Fontes consultadas
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