James Gunn rebate quem questiona por que Cara-de-Barro existe: “Hollywood não é votação”

James Gunn respondeu às críticas de quem questionava a própria existência de Cara-de-Barro, filme de terror da DC que estreia nos cinemas brasileiros em 22 de outubro.
Veja o trailer final:
O que ele disse
“Embora possa parecer, Hollywood não é um lugar onde a única maneira de fazer um filme é o público votando na IP que quer ver, que já viu inúmeras vezes antes”
Em outra publicação, Gunn defendeu o processo criativo por trás do projeto: às vezes alguém — “neste caso inicialmente Mike Flanagan e depois James Watkins e Hossein Amini” — se inspira em um personagem relativamente pouco conhecido e cria algo a partir dele.
⚠️ A resposta tem um alvo claro: a lógica de que estúdio só deveria produzir o que já é popular. É a mesma lógica que fabrica a reclamação seguinte, de que só saem sequências.
Quem é o personagem
Vilão clássico do Batman, o Cara-de-Barro já teve versões diferentes nos quadrinhos. A mais famosa — eternizada pelo episódio *“Feat of Clay”*, de *Batman: A Série Animada* — é a que chega ao cinema.
A história
Dirigido por James Watkins, com roteiro de Mike Flanagan (*A Maldição da Residência Hill*), o filme acompanha Matt Hagen (Tom Rhys Harries), um ator em ascensão que tem o rosto desfigurado por um gângster.
Como último recurso, ele procura uma cientista (Naomi Ackie) de métodos escusos para tentar restaurar a aparência original. A fórmula química cura as cicatrizes — e o transforma numa aberração da ciência.
Completam o elenco, em papéis ainda não revelados, Max Minghella (*A Rede Social*) e Aaron Paul (*Breaking Bad*).
A expectativa de bilheteria
A projeção é de cerca de US$ 30 milhões na estreia — número modesto para um filme de super-herói, mas coerente com um terror de orçamento contido em torno de um vilão secundário.
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