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Alopecia areata: doença autoimune que o exame de laboratório não detecta

Organismo ataca o folículo e impede a formação do fio. Diagnóstico é clínico — não há exame que ajude.
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Redação Bastidor Brasil
Publicado em 1 de outubro de 2026 às 20:38 · 1 min de leitura
Alopecia areata: doença autoimune que o exame de laboratório não detecta
Foto: Arquivo pessoal/Agência Brasil

A alopecia areata é uma doença autoimune: o próprio organismo ataca o folículo piloso e provoca episódios de queda de cabelo, que podem aparecer em qualquer etapa da vida.

É comum que ocorram de forma cíclica — o cabelo cai, volta a crescer na área afetada, e o ciclo recomeça.

“O próprio organismo, por circunstâncias variadas, ataca o folículo do pelo e não permite que se forme um fio sadio que possa permanecer no local”, explica a dermatologista Enilde.

O diagnóstico é de olho e de mão

O diagnóstico é feito no próprio consultório, com exame clínico das áreas sem pelos. Segundo a dermatologista, não há, até o momento, nenhum exame laboratorial ou de imagem que ajude a fechar o quadro.

Como a doença não provoca lesão, cicatriz ou ferida no couro cabeludo, o que se nota é apenas a falta de cabelo na área.

Um teste simples auxilia: puxar uma pequena mecha e notar que o fio sai com facilidade.

Por que isso pesa no paciente

Doença que se vê no espelho e que não aparece em exame nenhum tem um custo que a medicina demora a medir — e é por isso que os relatos de quem convive com ela falam tanto de autoestima quanto de tratamento.

Fontes consultadas
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